Um planador sofre atuação de
diversas forças em suas asas, como o empuxo, arrasto, sustentação, o próprio
peso dele, por exemplo, com isso, foi projetado uma estrutura que aguentasse
tais forças para que não quebrasse quando fosse lançado, ou em uma prova
estrutural no qual irá bi apoiar o planador pelas asas e por um peso (igual ao
do aeromodelo) no centro de massa dele. Com isso, foi pesquisado como é a
disposição de longarinas nas nervuras, e a partir das pesquisas foi evidenciado
que uma nervura no centro de massa /
centro de pressão do perfil sería bem
vinda para evitar o momento na asa , porém, apenas uma longarina para a
estrutura não seria suficiente, pois o carregamento que a asa sofre superior à
capacidade de resistencia de uma unica longarina, então, foi estipulado o uso
de duas longarinas, uma no centro de massa e outra no bordo de ataque, no qual
as duas teriam uma disposição de “L” assim evitando a flexão, rotação e cisalhamento
na asa.
Imagem
1- Estrutura da asa
Fonte:
Autores, 2015
Como pode-se averiguar na imagem
1, percebe-se que tem uma treliça em formato de “X” no qual não foi evidenciada
no texto anterior, pois, a equipe percebeu que as duas longarinas não inibia
completamente a rotação da asa, então foi estipulado o local que estava sem
nenhuma estrutura para segurar, então, foi posto essa treliça em formato de
“X”. A dimensão da longarina perpendicular à asa é de 67,3 mm de altura e 17,5
mm de espessura, a longarina vertical, tem as mesmas medidas, ambas com o
comprimento de 1800 mm (envergadura do planador).
Para cobrir a asa, foi utilizado
de isopor de baixa densidade com espessura de 3mm, e após se utilizou de
Contact preto para a finalização;
Após a aplicação do isopor para o
cobrimento, percebeu-se que houve alteração no formato de perfil, pois o isopor
não se adequou perfeitamente ao formato do perfil, gerando assim, variação no
formato da asa, assim, alterando no voo do planador.

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